Beatriz Silva da Costa

Beatriz Silva da Costa

Doutoranda, Universidade da Virgínia
Pesquisadora Pré-Doutoral, Universidade de Georgetown (2025–26)

Oi!

Sou doutoranda no Departamento de Política da Universidade da Virgínia e Pesquisadora Pré-Doutoral na School of Foreign Service e no Departamento de Governo da Universidade de Georgetown. No primeiro semestre de 2025, fui Pesquisadora Visitante na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP).

Sou pesquisadora de política comparada e me interesso por como instituições políticas — burocracias, órgãos de accountability, regras eleitorais e governos locais — moldam a distribuição de recursos públicos, e por como elites e organizações criminosas capturam essas instituições para perpetuar desigualdades econômicas e políticas. Na minha tese, faço uma única pergunta ao longo de seus três ensaios: quando o poder público serve aos cidadãos, e quando é convertido em vantagem privada? Eu a investigo mais de perto nas compras públicas — o gasto por meio do qual os governos adquirem os bens, serviços e a infraestrutura sobre os quais as políticas se sustentam, e onde dinheiro, burocracia e crime organizado se encontram. Integro métodos quantitativos e qualitativos — inferência causal, análise computacional de texto e machine learning ao lado de trabalho de campo e entrevistas —, trabalhando principalmente com dados administrativos em larga escala do Brasil.

Meus trabalhos foram publicados na Revista E-Legis e na Revista da CGU, assim como em livros organizados sobre democracia e políticas anticorrupção. Minha pesquisa foi financiada pelo Carl Menger Fellowship (Mercatus Center), pelo Bankard Fund for Political Economy (UVA), pelo Institute for Humane Studies, pelo UVA Center for Global Inquiry & Innovation, pelo Quandt Fund for International Research, pelo UVA Quantitative Collaborative, pela Fundação Lemann e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Substantive
Political economy of development, corruption, organized crime, illicit economy, welfare provision, accountability, distributive politics.
Methodological
Causal inference, computational text analysis, machine learning, interviews.

Pesquisa e Publicações

Artigos em Periódicos

Publicado

CGU's Institutional Designs between 2001 and 2016

Silva da Costa, B. & Silame, T. · Revista E-Legis 15.37 (2022) · Português
Resumo

Este artigo insere-se no campo dos estudos sobre controle político no contexto do presidencialismo de coalizão e da delegação de poderes no âmbito intra-executivo federal no Brasil. Norteado pela pergunta “Quais foram os desenhos administrativos da CGU entre 2001 e 2016?”, o artigo busca explorar as mudanças nos desenhos administrativos do órgão a fim de verificar possíveis interferências no grau de discricionariedade e autonomia. Utilizando o modelo analítico de desenho de agências proposto por Lewis (2013), os principais achados apontam para o fortalecimento da CGU nos dois mandatos de FHC (PSDB) e nos mandatos de Lula e Dilma, ambos do PT, e um possível enfraquecimento do órgão durante o governo de Michel Temer (PMDB). Contudo, os achados não permitem conclusões definitivas a esse respeito.

CorrupçãoBurocraciaBrasil
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Publicado

System of Internal Control of the Federal Executive Power: Change and Political Agents in the Constituent National Assembly of 1987

Silva da Costa, B. · Journal of the General Comptroller of the Union 12.22 (2019) · Português
Resumo

Tema bastante popular na literatura de Administração Pública, o controle interno já foi objeto de muitos estudos, mas majoritariamente sob a perspectiva da gestão pública ou da contabilidade. A trajetória desse fenômeno remonta ao início do século XX e adentra o século XXI. No entanto, a Assembleia Nacional Constituinte de 1987 marcou o início da reformulação do sistema de controle interno do Poder Executivo Federal no Brasil em um contexto democrático. Este artigo analisa quais foram as mudanças institucionais no sistema de controle interno do Executivo Federal brasileiro entre as Constituições de 1967 e 1988. Utilizando a teoria das mudanças institucionais, o artigo busca contribuir para a literatura das Ciências Sociais e da Ciência Política sobre os tipos de mudança ocorridos, os tipos de agentes políticos envolvidos em tais mudanças, bem como interpretar a influência do contexto político da época nos resultados promulgados com a Constituição Federal brasileira de 1988.

CorrupçãoHistóricoBrasil
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Capítulos de Livros

Publicado

Global Trends: Erosion of Democracy and New Forms of Corruption

Silva da Costa, B. · In Democracia e Políticas Públicas Anticorrupção, org. Carlos, L. G., France, G. & Medeiros, K. P., pp. 7–20 (2023) · Português
CorrupçãoDemocracia
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Ensaios da Tese

★ Job Market Paper

Politics and Markets: Campaign Finance Reform and Favoritism in Public Procurement

Silva da Costa, B.
Resumo

Sob quais condições reformas do financiamento de campanha nivelam o jogo nas licitações públicas? Argumento que a força disruptiva de uma proibição de doações empresariais depende de três condições: a concentração de mercado pré-proibição, a continuidade política e as redes pessoais que ligam os sócios das empresas aos políticos. Testando isso com a proibição brasileira de 2015 e um painel a nível de empresa com 1,78 milhão de observações licitante–certame em 349 municípios de 2013 a 2024, encontro que as empresas doadoras perdem 0,76 ponto percentual de participação no mercado de compras públicas — uma queda de 41% em relação à sua média pré-proibição — enquanto as taxas de vitória permanecem inalteradas: a proibição remodelou a estrutura de mercado pela participação, não pelo direcionamento de contratos individuais. As perdas são maiores em mercados de compras não competitivos sob novos prefeitos (−2,2pp) e próximas de zero em mercados competitivos sob prefeitos reeleitos. Elas recaem inteiramente sobre empresas doadoras cujos sócios não doaram pessoalmente ao novo prefeito, e um teste simétrico do lado do controle não encontra ganhos compensatórios — a reforma restringiu o acesso em vez de redistribuí-lo.

Principais resultados
  • Após a proibição de doações empresariais de 2015 no Brasil, as empresas doadoras perderam cerca de 41% de sua participação nos contratos públicos.
  • As taxas de vitória não mudaram — a proibição alterou quem participa, não quem vence um determinado contrato.
  • A queda se concentrou em mercados pouco competitivos; em mercados competitivos, quase não se notou.
  • As perdas recaíram sobre empresas cujos sócios não apoiaram pessoalmente o novo prefeito — o acesso se estreitou, em vez de migrar para outro.
Mecanismos — como o favorecimento funcionava
🏛️
Prefeitura, não burocracia
A perda se concentra nas compras da prefeitura, sob controle direto do prefeito; as demais unidades do Executivo não mostram mudança significativa.
−1,7%prefeitura
🚪
Participação, não adjudicação
A queda está nas licitações competitivas, não nas discricionárias. A presença de uma empresa favorecida desestimulava as demais a concorrer; quando a proibição removeu esse sinal, elas voltaram.
−0,69%licitações competitivas
🤝
Pessoal, não partidário
As perdas aparecem apenas onde tanto o prefeito quanto o partido mudaram. Onde o mesmo prefeito permaneceu, a vantagem da doadora sobreviveu — o vínculo é com a pessoa no cargo, não com o partido.
−0,93%troca total
O custo do favorecimento
≈13%
a mais pago
Os itens vencidos por empresas que haviam financiado o prefeito custavam cerca de 13% a mais em relação ao preço de referência do próprio governo. O município ficava com um desconto menor sempre que a vencedora era doadora — 5,1% de desconto contra 12,4% das demais antes da proibição, e 10,0% contra 19,3% depois. Medido em 22,9 milhões de itens de compra em Minas Gerais.
Conclusões
As doações compram um mercado, não um contrato. A proibição reduziu a participação de mercado das doadoras, mas não suas taxas de vitória: o financiamento comprava participação ampla e afastava concorrentes, não contratos individuais.
Cortar o dinheiro não basta. Onde o mesmo prefeito permaneceu no cargo, a vantagem sobreviveu à proibição; ela só caiu onde a política mudou por completo. A reforma só morde quando o vínculo é impessoal.
Resultados — participação das empresas doadoras nos contratos públicos após a proibição
Efeito geral−0,76% (−41% relativo)
Mercados pouco competitivos, novo prefeito−2,2%
Mercados competitivos, prefeito reeleito≈ 0
Efeito nas taxas de vitórianenhum
Onde aconteceu — participação das empresas doadoras nas compras, Minas Gerais
Pré-proibição (2013–16)Ciclo 2016 (2017–20)Ciclo 2020 (2021–24)
Participação das empresas doadoras nas compras por município, Minas Gerais, período pré-proibição
pp
52,50−2,5−5
Pré-proibição (2013–16) · variação em pontos percentuais vs. base; cinza = sem dados.
Financiamento de campanhaCompras PúblicasProvisão de bem-estarSubnacionalAmérica Latina
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Tese

Organized Crime and Public Procurement

Silva da Costa, B.
Resumo

Sob quais condições o crime organizado captura as compras públicas? Argumento que a licitação é um negócio paralelo em que uma organização criminosa só entra onde já comanda o tráfico de drogas — os mesmos operadores, a mesma imposição de força e o mesmo circuito de lavagem que tornam baratas as empresas de fachada — de modo que a captura acompanha a presença territorial da rede e se concentra onde o conjunto de licitantes legítimos é escasso; uma vez dentro, a organização fabrica concorrência ao possuir discretamente várias empresas que competem entre si. Testo isso para o Primeiro Comando da Capital (PCC), em São Paulo, integrando dez fontes administrativas e judiciais em 645 municípios e 531.464 licitações de 2018 a 2024, com uma camada comportamental que sinaliza licitantes-isca. Entre as 773 licitações disputadas por uma empresa confirmada da rede, retirar os lances da própria rede praticamente dobra a proporção de licitações com um único licitante (de 4,9% para 10,1%; diferença de 5,2pp, p < 0,001 por inferência de randomização): cerca de metade das disputas aparentemente competitivas da rede se reduz a um único licitante real quando suas empresas de fachada são removidas. A entrada é governada pela complementaridade territorial — um aumento de um desvio-padrão na violência letal local eleva as chances de entrada em cerca de 60%, e a proximidade do polo de empresas da rede, em cerca de 110% — enquanto a dominância política molda apenas quão profunda é a captura. Indicadores de corrupção prévia são nulos em ambos os estágios: a rede não vai aonde a política já é suja, mas aonde ela já vive.

Principais resultados
  • O PCC captura as compras públicas sendo dono dos concorrentes — opera discretamente várias empresas de fachada que concorrem entre si, encenando uma disputa fictícia dentro de um sistema competitivo e auditado, sem violência e sem agente público subornado.
  • Retirar os lances da própria rede praticamente dobra a proporção de licitações que se reduzem a um único licitante real — cerca de metade de suas disputas "competitivas" tinha apenas uma empresa genuína.
  • A captura acompanha o território e o espaço de oportunidade da rede — seu perfil setorial e geográfico e a proximidade do polo de empresas em Barueri–Osasco — não onde a política já é corrupta. Auditoria e concorrência não a impedem.
  • As empresas de fachada têm uma assinatura: setores de terceirização de mão de obra, limpeza e apoio administrativo; um ou dois sócios; 95% concentradas na região metropolitana de São Paulo.
Onde a rede atua — lances por município
Mapa coroplético dos 645 municípios de São Paulo sombreados pelo número de licitações em que uma empresa da rede do PCC concorreu; a rede se concentra no anel metropolitano de São Paulo e no litoral de Santos.
Total de lances de empresas da rede do PCC por município, São Paulo, 2018–2024 — concentrados no anel metropolitano e no litoral de Santos. Cinza = nenhum. Fonte: TCE-SP / AUDESP.
Crime organizadoCompras PúblicasEconomia ilícitaProvisão de bem-estarSubnacionalAmérica Latina
Tese

Political Control and the Costs of Bureaucratic Turnover: Procurement, Expertise, and State Capacity

Silva da Costa, B.
Resumo

Quando um novo ministro herda uma burocracia, quais setores ele substitui, e por quê? Desenvolvo uma teoria da politização dos controladores de acesso (gatekeepers): ministros miram o pequeno conjunto de setores — os controladores das compras — que convertem orçamentos autorizados em contratos e recursos, e a intensidade da substituição segue duas lógicas, monitoramento de lealdade e política distributiva, que crescem com a geografia partidária do ministro e com o calendário eleitoral. Testo isso na administração federal brasileira de 2013 a 2022, combinando um registro mensal de pessoal com 959.742 cargos-mês comissionados ocupados por 28.441 pessoas em 22 ministérios, 231 transições ministeriais, 959.480 transferências discricionárias a 5.568 municípios e 1,5 milhão de licitações, em um desenho de diferenças-em-diferenças que compara cargos de compras a cargos fora de compras no mesmo nível dentro do mesmo ministério. A liderança sênior de compras deixa o cargo a cerca do dobro da taxa da liderança comparável fora de compras nos doze meses após uma troca ministerial (+3,1 pontos percentuais, p < 0,001); o efeito se concentra nos coordenadores seniores que decidem o direcionamento de contratos e se inverte entre os servidores operacionais que executam os contratos. O direcionamento se intensifica fortemente nos doze meses antes de uma eleição municipal (+7,9 pontos percentuais, p < 0,001) — consistente com ministros instalando lideranças de compras leais justamente quando o retorno eleitoral de controlar o cronograma dos contratos é maior.

Principais resultados
  • Um novo ministro não reorganiza o ministério inteiro — ele mira o setor de compras, o gatekeeper que converte orçamentos autorizados em contratos e recursos.
  • A liderança sênior de compras deixa o cargo a cerca do dobro da taxa de líderes comparáveis fora de compras no ano após uma troca ministerial (+3,1%). A rotatividade atinge os coordenadores seniores que direcionam contratos — e poupa os servidores operacionais que os executam.
  • O direcionamento se acentua antes das eleições: ministros que assumem no ano anterior a uma eleição municipal substituem suas chefias de compras muito mais rápido — o diferencial de saída sênior sobe para cerca de 33%, contra ~10% fora desse período.
  • Construído a partir de todo o registro federal de pessoal — 959.742 cargos-mês comissionados em 22 ministérios e 231 transições ministeriais, 2013–2022.
Quem é substituído — taxas de saída em torno de uma troca ministerial
Gráfico de estudo de eventos: após uma transição ministerial, a liderança sênior de compras (azul-marinho) sai mais rápido que os servidores comparáveis fora de compras, enquanto os servidores operacionais de compras (vermelho) são protegidos.
Diferencial mensal de saída em relação aos servidores fora de compras, em torno de transições ministeriais (2013–2022). As chefias seniores (azul-marinho) têm mais rotatividade; os operacionais (vermelho) são protegidos. ICs de 95%.
BurocraciaCompras PúblicasProvisão de bem-estarSubnacionalAmérica Latina

Artigos em Elaboração

Em Andamento

The Price of Entry: Campaign Spending Caps, Candidate Selection, and Procurement Capture

Silva da Costa, B. (2026)
EleiçõesCompras PúblicasProvisão de bem-estar
Em revisão

Local Authoritarianism: Appointed Mayors and Preferences for Democracy in Brazil

Gingerich, D. & Silva da Costa, B. (2026)
Resumo

Vivenciar uma interrupção do autogoverno molda as atitudes em relação à democracia mais tarde na vida? Examinamos essa questão estudando intervenções autoritárias direcionadas durante o governo militar no Brasil (1964–1985), que substituíram prefeitos eleitos por nomeados em certos municípios, enquanto permitiram que outros continuassem elegendo os seus. Combinando mais de vinte anos de dados de opinião pública sobre atitudes em relação à democracia com a variação espacial dos locais de intervenção (21.098 indivíduos em 662 municípios), comparamos indivíduos que vivenciaram a intervenção durante o período-chave de socialização política (do fim da infância ao início da vida adulta) com outros, dos mesmos municípios, que não a vivenciaram. Encontramos que vivenciar uma intervenção nesses anos formativos leva a uma redução pequena, mas estatisticamente significativa, na valorização da democracia mais tarde na vida.

DemocraciaBrasilSubnacionalAmérica Latina
Em Andamento

Political Connections and Corruption in Times of Crises

Silva da Costa, B., Fazekas, M. & Klašnja, M. (2026)
CorrupçãoComparadoProvisão de bem-estar

Software

Pacote R

electionsBR

Retrieves and cleans Brazilian electoral data · electionsbr.com
EleiçõesBrasil

Ensino

University of Virginia · Professora Responsável

2024–25

Corruption and Democracy PLCP 2500

5,0 / 5 de eficácia geral Acima da média do departamento (4,87) e da escola (4,55).
Paixão e eficácia
“A Bea é uma professora incrível, eficaz e apaixonada — qualquer aluno teria sorte de tê-la. Aprendi muitíssimo neste curso.”
Ensino ativo e variado
“O estilo de ensino da Bea, que combina aula expositiva com discussões em pequenos grupos, vídeos e dramatizações, fez o tempo de aula voar.”
Orientação na escrita
“Ela claramente se importa com os alunos e fez questão de oferecer excelente orientação sobre como escrever bons trabalhos.”

Avaliações de estudantes

University of Virginia · Assistente de Ensino

2024

Race and Real Estate in the US AAS 3853

Acolhimento e dinamismo
“A Beatriz foi uma ótima instrutora: gentil, compreensiva e envolvente. Sou fã.”
Preparação e materiais
“A assistente de ensino claramente se dedicou muito às apresentações e ao conteúdo da seção de discussão.”
Discussão inclusiva
“Gostei do esforço para envolver todos na discussão. Minhas opiniões e colocações foram valorizadas, o que é muito importante em discussões.”

Avaliações de estudantes

2024

Introduction to Comparative Politics PLCP 1010

Clareza no conteúdo
“A Beatriz reinterpretava com clareza o conteúdo das leituras e aulas e nos ajudava a entender tudo de forma integrada.”
Feedback e apoio
“O feedback e o apoio que ela deu ao nosso desempenho nas provas foram muito úteis e calorosamente apreciados.”
Paciência e apoio
“Tenho uma ótima assistente de ensino (Beatriz), que foi muito compreensiva, prestativa e paciente com todos os alunos.”

Avaliações de estudantes

2024

Politics of Modernity PLCP 2420

Sem avaliação de ensino — atuei apenas como corretora.

2023

Politics of Developing Areas PLCP 3012

Cuidado com os alunos
“A Bea é uma assistente de ensino fantástica, que realmente se importa com seus alunos.”
Clareza e síntese
“A Beatriz fazia um ótimo trabalho resumindo o conteúdo ao fim de cada semana, o que foi muito útil.”
Orientação de pesquisa
“Ela foi muito prestativa na escrita dos nossos trabalhos de pesquisa e sempre buscava formas de nos preparar melhor para escrevê-los.”

Avaliações de estudantes

2022–23

Politics & Political Economy of the Welfare State PLCP 3120

4,6 / 5 de eficácia geral Acima da média do departamento (4,44) e da escola (4,34).
Conhecimento e proximidade
“Ela é experiente, receptiva e, sinceramente, a melhor assistente de ensino que já tive.”
Clareza e organização
“Os temas vistos em aula muitas vezes eram complexos e confusos para mim, mas eu sempre sentia que ela esclarecia tudo de forma muito organizada.”
Preparação para provas e trabalhos
“Ela se esforçou ao máximo para preparar todos da melhor forma possível para a prova intermediária e os trabalhos finais, e deu ótimos feedbacks.”

Avaliações de estudantes

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Através das Lentes

Além da minha pesquisa, sou apaixonada por fotografia. Me siga em @lifethroughbia no Instagram.

Café sidewalk with green bistro chairs
Baker by wood-fired oven
Musician with traditional drum
Fisherman on rocky shoreline
Sunset over water with pier
Desert landscape with figure in blue

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